terça-feira, 6 de outubro de 2009

Meus caminhos, minhas escolhas



Estou bem sim... Assim! Estava por aí, percorrendo meus caminhos. É... Meus caminhos, geralmente a estrada é sinuosa e tenho que escolher entre direita e esquerda. Pela experiência a estrada mais percorrida que deixa marcas é por onde se deve seguir, mas nem sempre a estrada mais percorrida é a certa, porque cada caso é um caso e procuro me ater ao caso concreto, sempre escuto a voz da minha consciência, e quase sempre fico dividida entre a razão e a intuição, mas sempre minhas escolhas se pautam nos valores que estão arraigados em meu ser. Se vai ser o melhor caminho? Não posso saber! Mas vou com a certeza de que será! Será sempre a escolha certa. Mas se não for? Faz parte! São coisas da vida. Encontros e desencontros. Mais cedo ou mais tarde agente acerta. Isso vale para tudo ou será que não? Trabalho, amores ou apenas um endereço que temos que encontrar? Ás vezes penso que sim, outras que não. Nos endereços temos placas, um destino certo e pessoas a quem podemos pedir informações. Podemos percorrer o melhor caminho, o mais curto ou o mais longo. Pensando bem essa comparação serve sim para todas as outras situações com a desvantagem de que para as escolhas diárias não temos placas ao decorrer da estrada, mas podemos colher informações a respeito do que queremos, seja daquele emprego, seja daquele amor. E um destino certo sempre tem que ter, traçando e definindo nossos objetivos e metas. Estabelecido isto fica mais fácil. E ainda resta a opção de sempre pedirmos a orientação de quem já percorreu esses caminhos, ouvir a voz de quem já viveu essa ou aquela experiência. Também não existe uma regra geral e quando existe, há sempre as exceções. O que não deu certo para uma pessoa, pode não ser a regra geral, mas se muitas pessoas tentaram com boa vontade, com os mesmos objetivos e não saíram felizes da situação é normal que se dê um mérito a questão. Levando em conta que ouvindo e vendo o erro dos outros devemos corrigir os nossos, não é necessário errar para aprender. Essa é a diferença entre os caminhos a percorrer que podem ser mais longos ou mais curtos. Não há uma fórmula! Nem sempre o mais longo é o caminho correto, como às vezes o mais curto não é o mais doloroso. A vida é um risco e é preciso corrê-los, mas com prudência. É natural! O mundo está em plena evolução e precisamos acompanhar, é a lei da vida! Progredir! É preciso olhar pra frente e continuar a produzir, a sonhar a estabelecer metas, mas não se acomodar, nem desanimar. E sempre lembrar que tudo depende de nossas escolhas, do caminho que escolhemos percorrer. Por mais sinuosas que sejam as estradas da vida, o que importa é viver, trabalhar, produzir e amar.

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